11/01/2006
ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS - UMA RESPOSTA A PEDRO ARRUDA
A UNIVERSIDADE, O ATLÂNTICO E NÓS
06/01/2006
DIA DE REIS
(A adoração dos Magos - Triptíco - Hieronymus Bosh- Museo del Prado, com créditos fotográficos da Web Gallery of Art)Mateus, Cap 2
"1 Cum autem natus esset Iesus in Bethlehem Iudaeae in diebus Herodis regis, ecce Magi ab oriente venerunt Hierosolymam 2 dicentes: ? Ubi est, qui natus est, rex Iudaeorum? Vidimus enim stellam eius in oriente et venimus adorare eum ?. 3 Audiens autem Herodes rex turbatus est et omnis Hierosolyma cum illo; 4 et congregans omnes principes sacerdotum et scribas populi, sciscitabatur ab eis ubi Christus nasceretur. 5 At illi dixerunt ei: ? In Bethlehem Iudaeae. Sic enim scriptum est per prophetam:6 "Et tu, Bethlehem terra Iudae,nequaquam minima es in principibus Iudae;ex te enim exiet dux,qui reget populum meum Israel" ?.7 Tunc Herodes, clam vocatis Magis, diligenter didicit ab eis tempus stellae, quae apparuit eis; 8 et mittens illos in Bethlehem dixit: ? Ite et interrogate diligenter de puero; et cum inveneritis, renuntiate mihi, ut et ego veniens adorem eum ?.
05/01/2006
SEGUNDA NOTA SOBRE O QUEIXUME MEDIÁTICO
PRIMEIRA NOTA SOBRE O QUEIXUME MEDIÁTICO
04/01/2006
AS TELEVISÕES E A CAMPANHA PRESIDENCIAL

PRESIDENCIAIS - OS EQUÍVOCOS DE MÁRIO SOARES
03/01/2006
PROPÓSITO PARA O ANO NOVO
(Verso de Vitorino Nemésio, "Eu me construo e ergo, peça a peça")
01/01/2006
31/12/2005
POR TODOS OS DESERTOS
30/12/2005
PORTUGAL DOS INTERESSES
NATAL BLUES
14/12/2005
CARTOLAS, COELHOS E CONGRESSOS
07/12/2005
ACERTAR O TEMPO COM A HISTÓRIA
03/12/2005
30/11/2005
OUTROS FUTEBÓIS
27/11/2005
CONTRA-MEDIA
24/11/2005
O REGRESSO DOS MANGAS-DE-ALPACA
15/11/2005
LENDO RALF DAHRENDORF
UMA QUESTÃO DE ATITUDE
10/11/2005
A MENTIRA DE ESTADO
RASTOS DE SOLIDÃO
Na superfície de Marte, rastos de ventos solitários. Nem sempre solidão quer dizer ausência...
09/11/2005
DISSABORES DE OUTONO
03/11/2005
APRENDENDO COM SUN TZU
O PREÇO DA MOEDA
25/10/2005
A CRISE NO PSD/AÇORES - A CONSTRUÇÃO DUMA ALTERNATIVA POLÍTICA
21/10/2005
UMA BOA NOTÍCIA
DE REGRESSO A ANTÓNIO VIEIRA
19/10/2005
AS FALSA COOPERAÇÃO COM LISBOA
AS TRAPALHADAS DO GOVERNO SOCIALISTA
16/10/2005
DA VITÓRIA E DA DERROTA EM 9 DE OUTUBRO
DEPOIS DO SILÊNCIO....
29/09/2005
O REFERENDO QUE O PS IMPÕE AO PAÍS
FALEMOS DO QUE INTERESSA
23/09/2005
A televisão ao deus-dará
A AGENDA DO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA
22/09/2005
CRÓNICA DOS ÁLAMOS TRISTES
13/09/2005
10/09/2005
GANHAR OU PERDER NAS AUTÁRQUICAS
31/08/2005
REGIÃO POBRE, PODER FRÁGIL
11/08/2005
OS ANJOS TÊM FONTES...
TRINTA ANOS DE TELEVISÃO NOS AÇORES
05/08/2005
6 DE AGOSTO DE 1945
03/08/2005
SEGUNDA CRÓNICA DO ATLÂNTICO OU DA IMPORTÂNCIA DA ÁGUA

02/08/2005
RESPIRAR À SUPERFÍCIE...
Um outro olhar, de superfície, a partir do Pontão, em Santa Maria (ilha do Sal). Daqui largam e aportam minúsculos barcos de pesca, cujo pescado é içado à força de cordas e braços. Daqui, miúdos e graúdos, mergulham nas águas límpidas do oceano. Daqui partem os que ambicionam conhecer o mar....simplesmente.01/08/2005
CRÓNICA DO ATLÂNTICO - CABO VERDE

21/07/2005
A DEMISSÃO DE CAMPOS E CUNHA
SOROR MARIANA ALCOFORADO


19/07/2005
UMA LUZ BRANCA E DIREITA

O Convento de São Francisco (ao lado, num velho postal), no coração de Beja, hoje é uma Pousada de Portugal. Começou por ser um convento franciscano e depois quartel militar, do Regimento de Infantaria, nº 17.
EFEITOS SECUNDÁRIOS DA SILLY SEASON
13/07/2005
LENDO O PADRE ANTÓNIO VIEIRA

Sermão na cidade de Angra
12/07/2005
LENDO FREI MANUEL BERNARDES

Estado de Grandeza Dependente
A pura, perfeita, e absoluta liberdade consiste em não necessitar de coisa alguma: e esta é própria dos bem-aventurados. Outra mais inferior consiste em necessitar de poucas coisas: e quanto estas forem menos, tanto a liberdade será de mais alto grau. E esta é a que na presente vida podemos, e devemos procurar (...). Daqui se infere, que quanto maior é a grandeza de estado de uma pessoa, tanto maior é o seu cativeiro (excepto aqueles poucos, que só no exterior são grandes, e no seu interior pequenos): porque necessita de inumeráveis coisas para o adquirir, e conservar: antes nessas mesmas coisas consiste o tal estado.
Frei Manuel Bernardes, in "Luz e Calor" (1696)
TERRORISMO GLOBAL
07/07/2005
HORROR EM LONDRES (II) - O REGRESSO DA ALQAEDA
HORROR EM LONDRES
06/07/2005
O QUE DIZ JOSÉ SÓCRATES
O MUNDO NESTA SEMANA
04/07/2005
DEEP IMPACT
01/07/2005
O ATLÂNTICO NO ESTORIL
AUTOCARRO PERIGOSO
A FÁBULA DA MULHER QUE NÃO PRECISA DE MACHO
29/06/2005
UM ORÇAMENTO RECTIFICATIVO HÁ 115 ANOS...
Cento e quinze anos depois, o parlamento prepara-se para discutir um orçamento rectificativo. Mudam-se os tempos, mas há coisas que nunca mudam!
28/06/2005
UM ATENTADO À AUTONOMIA - O CASO DO ANDEBOL
EU RECTIFICO, TU...
24/06/2005
UM OLHAR EM MOVIMENTO
SUSPIRO EM VÉSPERA DE FIM-DE-SEMANA...
23/06/2005
GREVE I - COMO DISSE?
22/06/2005
GUTERRES AINDA É PRIMEIRO-MINISTRO?
O NÚMERO TAMBÉM CONTA
OSSOS DO MAR
QUANDO O ILUSIONISTA É A ILUSÃO
16/06/2005
UM NOVO ÍCONE DO COMUNISMO EUROPEU
09/06/2005
DRESSED TO FLY...
07/06/2005
A DIPLOMACIA, COMO CONCEITO PESSOAL
OLHARES DISTRAÍDOS
O TEMPO QUE VAI FALTANDO....
01/06/2005
19/05/2005
A UNIDADE DOS AÇORES
17/05/2005
O DÉFICE
11/05/2005
A LIMITAÇÃO DE MANDATOS
08/05/2005
BENFICA
UM BLOCO COMO OS OUTROS
03/05/2005
ENTRE O CÉU E NÓS
Entre o céu e nós, estamos nós próprios. Neste fim-de-semana, no Campo do Senhor, independentemente das crenças pessoais de cada um, voltamos a convergir na aceitação de que há algo de diferente na mensagem cristã para o mundo.
Fazemo-lo por educação, por tradição, mas, sobretudo por convicção.
No respeito que exteriorizamos ao culto do Senhor Santo Cristo queremos significar a nossa condição humana, finita e efémera. É verdade que, muitas vezes, misturamos tudo: o divino com o pagão, o imaterial com o transcendente, o que vale a pena com o que não tem importância. A nossa natureza é mesmo assim. Por isso mesmo, os momentos de recolhimento que esta manifestação religiosa proporcionam têm um significado maior num tempo de espiritualidade conturbada, como aqueles que atravessamos.
Para os meus avós a religião assentava num balanço simplesmente maniqueísta entre o bem e o mal, feito de listas de deve e haver de pecados e de não-pecados. Era o tempo dum Deus inacessível, intransponível e a Sua igreja um repositório de proibições e restrições.
A minha geração procura uma igreja compreensiva, atenta, com amor, capaz de acolher, não apenas aqueles que são sempre facilmente recebidos em qualquer lugar, mas os outros - os que nunca são lembrados e que não têm sequer dinheiro para gastar na festa pagã deste fim-de-semana. Mas não só: o Senhor que vai sair hoje à tarde percebe bem o que quero dizer. Perceber os "sinais dos tempos" conciliares é também entender que a igreja tem de comungar as apreensões, as angústias de homens que vivem num tempo complicado, no qual a ritualização da fé não é suficiente, nem sequer o mais importante.
"Vimos o Senhor!", como escreve João. A frase dos Apóstolos que viram Cristo ressuscitado significa que O viram de modo diferente. Quando dizemos "vimos o Senhor" queremos sentir a intimidade de quem conhece, de quem acredita que vale a pena conhecer. Isto é, o código do catolicismo não é um cânone, uma regra, mas uma pessoa - Jesus Cristo - que sempre deu respostas e amor a pessoas concretas, de carne e osso.
Bernard Shaw escreveu: "libertei-me do suborno do céu. Cumpramos a obra de Deus por si mesma, porque a obra para cuja realização nos criou só pode ser executada pelos homens e mulheres vivas. Quando eu morrer, que o devedor seja Deus e não eu".
Gosto de pensar que naquele instante em que a imagem sai do Convento da Esperança, o Senhor está a olhar para mim e eu para ele. Sem que nenhum de nós esteja a pensar no céu!
O PRESIDENTE E O REFERENDO
30/04/2005
ISCAS..
29/04/2005
NOITE COM A CIDADE NOS SENTIDOS
TEMA PARA MARGARIDA
Ai quem me dera partir
Na canoa da esperança
E ir ancorar noutras praias
Noutros varadouros
Ai quem me dera voltar
A gozar dos tesouros
Da felicidade que eu tinha
Quando era criança
Ai quem me dera ser garça
E voar no canal
Só entre o Pico e o Faial
Me quedar dividida
Ai quem me dera mão firme
No leme da vida
Ai este amor que me mirra
Me mata e faz mal
Ai quem me dera de novo
As certezas e os medos
Ai quem me dera ter credos
E não ser indiferente
Ai o amor passa ao largo
Da vida da gente...
Ai já o tempo se escoa
Como areia entre os dedos...













